A universidade, que deveria ser ambiente desenvolvedor de formadores de opinião e vanguardistas de correntes de pensamentos, sofre a mutilação da sua essência pela transformação do seu caráter: de institucional para mercadológico. Sendo ocupada também por perfis condizentes com essa visão, pessoas motivadas por imposições sociais e obrigações mínimas para a inserção nos mercados, em vez de acadêmicos buscando expansão intelectual ou cultural.
Este é um fato que pode explicar o surgimento de casos como o da estudante de turismo agredida moralmente por vestir traje não convencional, casos esses incompatíveis quando oriundos de uma UNIVERSIDADE, instituição que tem por finalidade original propor transcender as fronteiras do conhecimento e conseqüentemente gerar debates construtivos diante de contrastes sócio-culturais e não ser palco de manifestação declarada da falta de senso-crítico ou tolerância, vista pelo condicionamento da população universitária a opiniões moralistas conservadoras, devidas a gerações mais do que ultrapassadas.
Faz-se pois, supor uma estagnação na evolução da existência humana e isto dentro do que deveria ser o ventre do desenvolvimento.

Falsos moralistas e uma dezena de indivíduos facilmente influenciáveis sem o mínimo de senso crítico. Roupa curta na universidade é PUTA, na TV é celebridade.
ResponderExcluirbelo texto japa...
ResponderExcluirlinguagem foda, rápida e mortal
abraços
raizdamente.blogspot.com